Tag #diferentona

E aí meus unicórnios, como vão vocês? Hoje trago uma tag que achei muito divertida, que vi no blog Leituras e Gatices.

1. Só eu que li? – Um livro que a maioria das pessoas desconhece, mas você leu.
A Falsa Princesa, de Elis O’Neal, é um livro muito bom, que eu li há três anos, mas nunca vi nenhuma resenha, nem comentário sobre ele, e a história é incrível, muito diferente das fantasias atuais.
2. Só eu que não gostei? – Um livro aclamado, menos por você.
Muita gente que eu conheço falava muito bem de Métrica, e eu não vi nenhum comentário ruim sobre ele até hoje, mas não achei tudo isso. É um livro bom, mas a protagonista não me agradou, com uma personalidade muito infantil entre outras coisas.
3. Só eu que vi apenas o filme? – Um livro que você quer muito ler, mas só assistiu ao filme.
Eu tenho muito medo de dizer isso, especialmente sendo uma das séries mais famosas que conheço. Nunca li Harry Potter, e mal assisti aos filmes. Tenho muita vontade de ler (até porque é Harry Potter) mas sempre acabo colocando outras coisas na frente.
4. Só eu que não li nada dele(a)? – Um autor famoso de quem você nunca leu um livro.
Apesar da pergunta anterior responder bem a esta também, eu nunca li nada de Jane Austen, embora tenha muita vontade, e pretendo começar com Orgulho e Preconceito assim que possível.
5. Só eu que gostei do malvado? – Um livro com um vilão (ou não-herói) pelo qual você torceu mais do que pelo mocinho.
Antes de tudo, amo o Rodrigo de Minha Vida Fora de Série, é um dos meus mocinhos preferidos. Mas ainda não achei uma pessoa que não gostasse do irmão dele, o Marcelo, que é o crush da Priscila no comecinho do primeiro livro. Sinto em admitir que torci um pouco mais por ele no início haha.
6. Só eu que acho que panela velha é que faz comida boa? – Um livro já desgastado, mas que você ama.
Meu livrinho querido Desastre Iminente, que está só o pó de eu andar com ele para todos os lugares, mas eu adoro ele com todo o coração <3. Sem falar de Travis Maddox, né minha gente??
7. Só eu que leio nacionais? – Um autor nacional que você adora.
Não leio muitos nacionais, não por preconceito, mas por preguiça mesmo hehe. Mas três autoras que gosto muito são Paula Pimenta, Babi Dewet e Bruna Vieira. Os livros delas tem aquele toquezinho brasileiro, misturado com viagens, música e muito mais, que os fazem únicos.
6. Só eu que amo clássicos? – Um livro clássico que você gostou.
Quando li uma adaptação de Odisseia, para a escola, me surpreendi por ter gostado tanto de um livro clássico, algo que eu nunca tinha pensado em ler (principalmente quando se tem 11 anos).
7. Só eu que li antes de virar filme? – Um livro que foi/vai ser adaptado para o cinema e você leu antes.
A Culpa é das Estrelas e Cidades de Papel foram livros que eu corri para ler antes que fossem lançados os filmes – mesmo que eu não tenha ido ao cinema assistir hehe.
8. Só eu que odiei o (a) principal? – Personagem principal que você odiou.
Eu sou muito chata, especialmente com personagens principais. Mas uma das que eu odiei desde o começo foi a Abby Abernathy, de Belo desastre. Ô menininha chata. Me sinto melhor em saber que não fui a única que entrou no clube Odiamos Abby.
Essa foi a tag, espero que tenham gostado! Não coloquei imagens porque não gosto muito das minhas tags com imagens, então digam o que vocês acharam! Nos sigam no Instagram @unicorniodepapel e se inscrevam com o email, para receber os posts na sua caixa de entrada!!
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Resenha: Sonata em Punk Rock

E aí meus unicórnios, como vão vocês? Hoje trago resenha de um livro que foi lançado na Bienal do Livro de São Paulo e que é muito muito amorzinho, mas com uma boa pegada de rock!

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Título: Sonata em Punk Rock

Série: Cidade da Música #1

Autora: Babi Dewet

Editora: Gutenberg

Número de páginas: 304

 

O livro conta a história de Valentina, ou Tim, como prefere ser chamada, uma garota que tem uma vida extremamente simples, mas que tem um enorme sonho: estudar na melhor escola de música do país, a Academia Margareth Vilela.

Mas, uma mensalidade da academia, seria o total do salário seu e deu sua mãe por um bom tempo, então quando o pai de Valentina aparece em sua vida, depois de ter abandonado sua mãe grávida, e se oferece para pagar por seus estudos, ela mal hesita antes de aceitar.

“Se esse tipo de coisa era comum na Margareth Vilela, ela já tinha começado a gostar muito do lugar.”

Assim que chega à Academia, se sente mais deslocada do que um dedão machucado. Todos são adeptos da música e dos instrumentos clássicos, além terem muito dinheiro. Valentina acha que música clássica é música de elevador, só toca guitarra, que aprendeu na internet e mal tinha dinheiro para sustentar sua casa.

“O rock’n’roll de Valentina tinha ficado mais alto e se tornado, de alguma forma, obrigatório.”

Lá, ela tem que estudar algum instrumento clássico, e escolhe o piano. Mas a única coisa que ela sabe tocar, é a música do comercial de iogurte. Então, resolve pedir ajuda a Kim, um dos melhores alunos da Academia, filho da diretora, e a pessoa que sem sombra de dúvida, mais odeia Valentina.

Com um pouco de chantagem, e curiosidade sobre a garota que se veste estranhamente, Kim aceita dar aulas de piano à Valentina. Os dois acabam se aproximando e logo Valentina percebe que tem sentimentos muito fortes por ele, mas não sabe se é correspondida.

“A letra da música era bem condizente com a situação e Kim detestaria dmitir para si mesmo que Valentina tinha se tornado tão bonita para ele que era impossível parar de pensar nela.”

Esse livro é extremamente cativante. A situação de Valentina, logo no início, faz com que muitas pessoas se identifiquem, querendo saber aonde a história da personagem e seu sonhos, irão chegar.

Todas as letras de músicas, rock ou não, definitivamente tornaram o livro uma obra de arte maior ainda. Todas as músicas, sem exceção, se encaixaram perfeitamente nos acontecimentos e sentimentos dos personagens.A leitura é fácil e flui muito bem, tornando tudo mais prazeroso. A escrita da Babi era uma coisa nova para mim, então foi uma ótima surpresa poder experimentar seu jeito de contar uma história.

O livro faz parte de uma trilogia, Cidade da Música. Cada livro terá histórias diferentes e independentes (e eu realmente espero que o segundo livro saia logo, porque eu mal posso esperar para embarcar para a Cidade da Música mais uma vez!).

É uma história repleta de amizade, amor, carisma e muita música, que nos mostra que não podemos esquecer quem realmente somos, independente do quanto os que estão ao redor de nós, sejam diferentes.

*Também tivemos a oportunidade de conhecer (e babar muito) a Babi na Bienal do Livro. Repara só na fofura (e no meu ataque de Fangirl)!

Estrelinhas: 5+ ❤

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