Resenha: No Limite da Loucura

E aí meus unicórnios, como vão vocês? Hoje trago resenha da continuação de O Nome da Estrela, que eu postei resenha aqui há exatamente um ano! Quanto tempo, né gente?

OBS: SE VOCÊ NÃO LEU O NOME DA ESTRELA, VOCÊ VAI LEVAR UMA CHUVA DE SPOILERS, ENTÃO NÃO LEIA A RESENHA. Leia a resenha de O Nome da Estrela para saber do que se trata, leia os livros, e volte aqui.

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Título: No Limite da Loucura

Série:Nas Sombras de Londres #2

Autora:Maureen Johnson

Editora:Rocco

Número de páginas: 304

No início deste volume de Nas Sombras de Londres, Rory está afastada de Wexford, depois de ter sido atacada pelo Estripador.

Ela vive em Bristol com os pais, frequentando uma psicóloga com a qual não pode ser honesta, nem com mais ninguém, além dos seus amigos de Londres, que não entraram em contato durante o tempo em que esteve longe.

“E vai ser pior ainda se você explicar à psicóloga que tem amigos na polícia secreta de Londres e que não pode comentar o assunto porque um agente do governo fez você assinar um documento do Ato de Sigilo Oficial e prometer que jamais falaria sobre esses amigos da polícia. (…) A psicóloga vai acrescentar “delírios paranóicos de agências governamentais secretas” a sua lista já longa de problemas, e ai vai ser fim do jogo pra você, srta. Doida.”

Depois perceber que desenvolveu uma nova habilidade depois do ataque, ela decide que está na hora de voltar à sua escola e tentar reencontrar seus amigos. Ao mesmo tempo, uma nova onda de crimes começa em Londres, levando a uma nova investigação de Rory, Bu, Stephen (<3) e Callum.

“Os dois se olham com expectativa. Stephen pigarreou de leve.
– Ela … é um terminal.
Não posso culpar os dois por não saberem o que dizer.
– Você está de brincadeira – disse Callum após alguns instantes.
– É sério – respondeu Stephen. (…)”

Com certeza, o segundo livro rende muito mais do que o primeiro. Rory já sabe sobre o mundo das sombras e todos os seu segredos, então uma grande parte já é adiantada. A história tem um toque um pouco menos misterioso do que no livro anterior, mas com tanta qualidade quanto o outro.

“(…) Mas aquele maldito ditado se repetia na minha cabeça: “Piso rachado, pescoço quebrado.” ( Quem é que inventou isso, aliás? Não seria uma consequência meio exagerada para um simples piso rachado?)
Mas havia uma rachadura na calçada, e havia uma rachadura no piso do banheiro.”

Como sou uma grande fã de romances (tão fã que fico achando romance onde não tem romance) só posso dizer que Jerome nadinha, Stephen rainha.

Com certeza, se eu chorasse com livros, filmes, etc, eu teria chorado com No Limite da Loucura, especialmente no finalzinho, que é destruidor de lares.

Estrelinhas: 4 e mais um bocadinho

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